MASP

Voltei ao MASP para conhecer as novas exposições do prédio novo. Já tinha ido na inauguração, mas a passagem interna ainda não estava pronta. Desta vez, comecei pelo corredor que liga os dois edifícios.

Ali encontrei Pietrolina, uma obra cheia de cores de Beatriz Milhazes, brasileira nascida em 1960. A pintura ocupa uma parede, e placas refletivas na outra refletem suas formas e cores. Gostei do nome, que une Pietro e Lina, o casal que dá nome aos dois edifícios do museu.

O antigo, projetado por Lina Bo Bardi, foi inaugurado em 1968. Lina nasceu na Itália em 1914 e morreu em São Paulo em 1992, aos 77 anos.

O novo ficou pronto em 2024 e abriu ao público em março de 2025. Projetado por Júlio Neves e METRO Arquitetos Associados, homenageia Pietro Maria Bardi, marido de Lina e primeiro diretor artístico do MASP.

Depois do corredor, subi ao sexto andar do prédio novo e fui descendo. Do 6º ao 2º andar estão a exposição Histórias latino-americanas aborda colonização, progresso, comunidade, mistura culturais e natureza. Reúne arte histórica, moderna e contemporânea: pinturas, esculturas, fotografias e instalações, aproximando artistas de diferentes países e épocas por temas.

Escolhi antes algumas obras e artistas e olhei com calma o que mais me interessou.

Enquanto esperava uma mesa para almoçar no restaurante, A Baianeira, visitei o Acervo em transformação, no 2º andar do prédio antigo. Encontrei obras conhecidas e outras novas para mim. Depois, no almoço, escolhi bobó de camarão, e as outras, feijoada. Tudo gostoso, com salada de entrada e cafezinho.

Como tínhamos compromisso à tarde, dei só uma pincelada no acervo antigo. Ficou muito para uma próxima visita.

  








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