A Arte em Três Mundos

Bizâncio, Islã e China

Continuando os encontros de História da Arte dos quais participo, cheguei a um período que exige mais atenção, mas que também está me encantando. Nem tudo fica claro de imediato, mas tenho certeza de que, a cada aula, vou aprendendo um pouco mais. 

Nesta etapa da leitura, estou conhecendo três maneiras muito diferentes de enxergar a arte: a arte bizantina, a arte islâmica e a arte chinesa.

Aos poucos, estou entendendo que cada uma dessas culturas desenvolveu seu próprio modo de enxergar e expressar a arte.

Na arte bizantina, tudo estava ligado à religião. Um dos exemplos apresentados no livro é o Cristo Pantocrator, uma imagem imponente de Cristo que transmite fé e espiritualidade.

Um dos exemplos apresentados é o Alhambra, em Granada, na Espanha, uma das obras mais conhecidas da arte islâmica. Suas colunas delicadas, os arcos e a riqueza dos detalhes mostram que a própria decoração é uma forma de arte.

Já na arte chinesa, o que mais se destaca são as linhas suaves, as curvas e a sensação de movimento. Uma das imagens escolhidas para o vídeo é uma obra de Gu Kaizhi, em que as figuras parecem leves e elegantes, quase como se estivessem flutuando.

É fascinante perceber que, em épocas semelhantes e separadas por grandes distâncias geográficas, essas culturas encontraram caminhos próprios para expressar a arte.

"A arte é a mentira que nos permite conhecer a verdade." 
  Pablo Picasso


  Cristo Pantacrator — Bizâncio


Patio dos Leões, Alhambra — Islã


  Leão Alado — China





Para quem gosta de arte e tem curiosidade de aprender mais, participo de um Clube de Leitura de História da Arte, com mediação de Wladimir Wagne.

Informações: +55 11 98424-6960

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