Não era só sobre Jung
Logo na entrada, já dá para sentir que não é uma exposição comum. Não é só para ver. É para sentir e pensar.
A exposição vai acontecendo. Uma sala... depois outra...
Tivemos a companhia de uma mediadora do próprio museu. Ela foi conduzindo e mostrando os pontos mais importantes.
Isso fez toda diferença. A gente passa a olhar melhor. A aproveitar mais.
E com ela entramos nos temas da exposição.
Fala do inconsciente — aquilo que está em nós, não se vê... mas a gente sente, como um medo ou uma intuição.
Depois vêm os arquétipos — ideias que já estão dentro da gente, como a mãe, o herói, a criança...mesmo sem a gente perceber.
Depois a sombra — aquilo que a gente não gosta em nós e acaba vendo no outro. Para mim, foi um susto.
E o ego — não para tirar, mas para manter no lugar certo.
Tudo de um jeito simples — mas pede atenção. Um pequeno esforço da gente para entender. Uma ideia de cada vez.
Teve uma sala sobre o rompimento entre Freud e Jung. Eles foram amigos, trabalharam juntos — mas pensavam diferente. E isso levou a um afastamento total.
Saí leve e solta. Não era só sobre Jung. Era sobre a gente. Sobre nós mesmos.
"Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta." — Carl Gustav Jung

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